Professores, vamos fazer nossa Copa na rua!!
Nossa Copa é na rua! é o ato unificado que acontece nesse sábado (28), às 9h da manhã, no Posto 6 de Copacabana para dizer ao mundo que queremos uma cidade de direitos.
A preparação para os megaeventos no Brasil tem sido feita em detrimento da garantia e ampliação dos direitos da população. A sociedade levanta sua voz para dizer que a festa do estádio não vale as lágrimas do povo.
Embora tenha gente dizendo que ir às ruas durante a Copa é torcer contra o Brasil, o que acontece é justamente o contrário. Todo mundo sabe que as empreiteiras, a Fifa, as empresas patrocinadoras e alguns políticos ganharam muito com a Copa. O povo ficou de fora. Por isso, nossa Copa vai ser na rua!
Seguem abaixo os principais eixos que orientam o ato:
1 – Queremos Saúde, Educação e Transporte! Públicos, gratuitos e de qualidade! Os governos gastam bilhões com obras desnecessárias e a gente ainda sofre na fila do hospital.
2 – Segurança se faz com respeito e diálogo com o povo, não com violência e controle militar de comunidades pobres. Exigimos nosso direito de manifestação. Protesto não é crime!
3 – Futebol é o povão! Por um Maracanã público e popular, com ingressos baratos e setores sem cadeira.
4 – Lutamos pela democratização dos meios de comunicação. Queremos apoio à mídia independente e à comunicação popular. Hoje, quem manda são as empresas.
5 – A cidade é nossa! Exigimos moradia, saneamento, mobilidade e acesso à cultura! No campo, grandes empresas expulsam as famílias de suas terras. Reforma Agrária já!
6 – Queremos o fim das remoções forçadas de comunidades pobres em obras que só favorecem as empreiteiras. Pra Copa e pras Olimpíadas, foram milhares de famílias expulsas de suas casas no Rio. Moradia digna é um direito!
7 – Racismo, machismo, homofobia? Não! Chega de intolerância, exploração sexual, violência contra as mulheres, discriminação… Nossos corpos não são mercadoria.
8 – Todo apoio às greves e à luta dos trabalhadores!
Além de todas as bandeiras de luta do movimento Copa na Rua, queremos também o fim da homofobia no futebol!
