Debate para reitor esquenta na Unirio em ponto sobre Ebserh
Postado em 31 de março de 2015
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Embora com um período comprimido de duas semanas, o calendário de debates entre os candidatos a reitor está acontecendo em diferentes centros da Unirio. Na última quinta-feira, 26, foi a vez do Instituto Biomédico (IB) ser o palco do embate entre candidatos.
Entre as pautas debatidas, os candidatos prometeram transparência, democratização e internacionalização da universidade. Foram cobrados por professores, estudantes e técnicos em relação a pautas como acessibilidade, expansão dos cursos, assédio moral, apoio a iniciativas desportivas, respostas ao ajuste fiscal federal e política para o HUGG.
O debate esquentou no momento em que da plateia chegou uma pergunta sobre o que os candidatos propunham para o HUGG frente à ameaça deste ser entregue à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Nenhum deles defendeu a adesão como solução.
O professor José da Costa elogiou a atuação das entidades representativas dos professores, estudantes e técnicos, afirmando que graças a resistência à Ebserh na Unirio promovida por esse movimento foi possível atentar para um caminho alternativo que se materializa no concurso público pro HUGG que deve sair em breve. “Nenhuma política sobre a Ebserh vai ser definida nos conselhos, e sim ouvindo a voz da comunidade acadêmica”, afirmou.
O atual reitor Luiz Jutuca pontuou que tem se colocado contra a Ebserh e que teria levado esta posição para o MEC, em reunião que contou inclusive com a participação de representação estudantil. O professor falou do esforço da administração para solucionar a crise do HUGG, informando que o atual diretor estaria reunido com o Ministério Público para discutir a abertura de 320 novas vagas para o hospital. “O reitor poderia ter assinado a adesão do seu gabinete, mas não fiz e jamais farei”, enfatizou.
Apesar de a pergunta da plateia ter acirrado os ânimos, o formato escolhido para o debate restringiu a participação ao envio de perguntas por escrito, impedindo a manifestação direta da comunidade acadêmica.
Os debates seguem acontecendo. Confira o calendário clicando aqui.
Entre as pautas debatidas, os candidatos prometeram transparência, democratização e internacionalização da universidade. Foram cobrados por professores, estudantes e técnicos em relação a pautas como acessibilidade, expansão dos cursos, assédio moral, apoio a iniciativas desportivas, respostas ao ajuste fiscal federal e política para o HUGG.
O debate esquentou no momento em que da plateia chegou uma pergunta sobre o que os candidatos propunham para o HUGG frente à ameaça deste ser entregue à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Nenhum deles defendeu a adesão como solução.
O professor José da Costa elogiou a atuação das entidades representativas dos professores, estudantes e técnicos, afirmando que graças a resistência à Ebserh na Unirio promovida por esse movimento foi possível atentar para um caminho alternativo que se materializa no concurso público pro HUGG que deve sair em breve. “Nenhuma política sobre a Ebserh vai ser definida nos conselhos, e sim ouvindo a voz da comunidade acadêmica”, afirmou.
O atual reitor Luiz Jutuca pontuou que tem se colocado contra a Ebserh e que teria levado esta posição para o MEC, em reunião que contou inclusive com a participação de representação estudantil. O professor falou do esforço da administração para solucionar a crise do HUGG, informando que o atual diretor estaria reunido com o Ministério Público para discutir a abertura de 320 novas vagas para o hospital. “O reitor poderia ter assinado a adesão do seu gabinete, mas não fiz e jamais farei”, enfatizou.
Apesar de a pergunta da plateia ter acirrado os ânimos, o formato escolhido para o debate restringiu a participação ao envio de perguntas por escrito, impedindo a manifestação direta da comunidade acadêmica.
Os debates seguem acontecendo. Confira o calendário clicando aqui.
