Por melhores condições de trabalho
As 59 Universidades Federais e mais 34 Instituições de Ensino Superior que aderiram a Greve reivindicam não apenas um plano de carreira com 13 níveis e aumento de 5% a cada dois anos como também melhores condições de trabalho.
Campi sucateados; falta de espaço físico para aulas, ensino e extensão; poucos professores para o quadro de vagas do corpo discente; professores substitutos ou temporários precarizados; tutores de ensino a distância sem vencimentos; obras inacabadas; ambiente de estudo e pesquisa deplorável; condições de higiene lastimável; falta de quadro técnico adequado. Este é o retrato que tem se desenhado em grande parte dos Institutos de Ensino Superior do país.
O Comando Nacional de Greve está empenhado em produzir um dossiê para o Governo exigindo soluções e tornando os espaços de trabalho um ambiente digno.
